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Quem éramos
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*Letícia e Elias*, 32 e 33 anos
Juntos desde 26/07/2000
Casados desde 13/07/2002
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Link-me
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Pegue nosso selinho

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Quarta-feira, Outubro 20, 2010
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Esta é a última atualização deste blog. Foi uma fase muito importante e gostosa da minha vida, mas agora tenho um blog novo - que ainda sofrerá alguns ajustes - com algumas diferenças. Se você é meu amigo, terei o maior prazer em te dar meu novo endereço, e pra isso você sabe onde me encontrar, já que não sou a pessoa menos acessível do mundo. Pode ser por e-mail, twitter, orkut, facebook e MSN. Se não é meu amigo, mas se interessa pelo que escrevo, é só deixar um recado e contato aqui. Agora, se não é amigo e não tá nem aí pro que escrevo, se tá aqui só pra xeretar (e gente assim eu conheço), vai catar coquinho.
Passou por aqui? Dá um oizinho!
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Terça-feira, Setembro 21, 2010
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(In)decisão
Eu adoro este blog. Comecei a escrever há quase 8 anos e resolvi mudar a cara dele quando minha família aumentou. Encomendei o layout onde escolhi cada detalhe com carinho, do meu jeito. Das cores ao desenho - fui eu que editei esse desenho da família, que tinha um casal de filhos. Mas o fato é que agora estou me sentindo vigiada. Não estou falando das visitas casuais ou das esporádicas. Antigamente eu tinha muito mais visitas e não conhecia nem metade das pessoas. Mas tenho visto um IP que entra aqui quase todos os dias, sempre nos mesmos horários e, como nunca disse quem era e eu ainda não consegui descobrir, estou me sentindo numa espécie de Big Brother virtual. Há também quem entre aqui, nunca comente e finja que não veio, mas eu sei quem é e não ligo. O problema é quando eu não sei quem é. Pode ser alguém que apenas goste do que eu escrevo, pode ser alguém que queira apenas fuçar minha vida (o que também não é lá muito agradável), mas também pode ser coisa pior. Pode ser tanta gente baixo-astral que não gosto nem de pensar. Sim, o blog é público, não vou colocar senha ou algo parecido. Só que estou incomodada. Por isso estou dividida sobre o que fazer. Talvez eu faça outro blog mesmo gostando tanto desse. Talvez eu ligue o foda-se e continue aqui. Mas a princípio perdi um pouco a vontade de escrever algumas coisas que eu gostaria. Eu não vou parar de escrever, só quero me sentir à vontade para fazê-lo. Não faço esse blog pra ninguém, faço pra mim, pros meus filhos. Visitas continuam sendo bem-vindas, desde que sejam pessoas amigas que querem o bem.
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Segunda-feira, Setembro 13, 2010
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Diferentes até pra brincar...
É como diz o ditado: depois da tempestade vem a bonança. Nosso "tratamento de choque" com o Thierry surtiu mesmo o efeito desejado. Não sei até quando essa tranquilidade e a compreensão dele vão durar, mas a verdade é que o menino sentiu na pele o que eu queria fazê-lo sentir. O final de semana foi todo gostoso, sem briga, só com algum eventual castigo de leve por conta de alguma pirraça ou briga entre eles (tão bobo que nem lembro o motivo).
No sábado eles saíram pra gastar o dinheiro que ganharam no aniversário do Thi e parte do meu presente seria "inteirar" o que ele quiesse comprar, desde que fosse um brinquedo que eu achasse que valia a pena. Parêntese: sempre que alguém da família pergunta, eu digo que pode dar dinheiro. Já faz um tempo que a ideia colou. Eles se divertem, vamos até a RiHappy (tem uma no shopping novo que é um SHOW!) e eles fazem a festa. Melhor que ganhar presentes que depois ficarão jogados e em pouco tempo irão pra doação. E o outro sempre se dá bem quando é aniversário de um, não tem jeito. Fecha perêntese.Thierry pegou 3 Legos e uns "feijões" que parecem ter vida. Fabrício pegou um Playmobil e uma "feirinha", daquelas com vários produtos em miniatura. Agora, algum fabricante de brinquedo PELAMORDEDEUS pode criar brinquedos de casinha/cozinha que NÃO SEJA COR-DE-ROSA????? O menino adora aquilo tudo, ficou com os olhinhos brilhando e eu tenho vontade de comprar um de cada pra ele, mas ME RECUSO a comprar aquelas coisas totalmente femininas!!! Eu não tenho sequer UMA panela, nem jogo de chá, nem geladeira, nem microondas, nem ferro de passar rosa-e-lilás-com-adesivo-de-florzinha!!! E eu QUERO sim que meu filho brinque com essas coisas, que seja um homem prendado como o pai e que dê valor ao serviço doméstico! Até já falei sobre isso uma vez. Eu improviso umas coisas pra ele brincar e ele adora, nunca quer parar, sei que na escola brinca também com as bonecas. Já percebi que ele gosta de brinquedos/brincadeiras de imaginação (embora algumas vezes conteste e eu tenha que dizer "é de mentirinha, filho!" - não aceitou, por exemplo, que a mesinha do telefone seria a geladeira, heheheh), ao contrário do Thierry, que gosta de brinquedos/brincadeiras mais objetivos, como jogos e videogame. O armário de brinquedos agora virou armário de jogos. Tem de tudo e eu quero mais! Só que pra isso ele quase sempre precisa de companhia, o que nem sempre dá... Por isso queria que ele se interessasse mais por outros tipos de brinquedo que pudesse brincar sozinho. O irmão sempre se vira, rs. Nem bem abrimos o Playmobil (fica aqui meu protesto pelo preço altíssimo!) e lá estava o Fá com um em cada mão dizendo: "Vamos, amigo!". Já o Thi olhou, achou bonitinho e devolveu pro irmão. No domingo se acabou montando os 3 Legos de uma vez, lindos, que ficaram lá, "enfeitando" a cama. Pro Fafá, que também queria "jogar", dei outro conjunto de blocos de montar, bem bobinho, de bebê, e eles logo viraram carro/trem/caminhão, criaram vida e saíram andando pela casa, fazendo barulhinhos. Eles são MUITO diferentes até nas brincadeiras, delícia de ver cada um na sua individualidade, do seu jeitinho!... Não dá pra descrever o quanto isso me faz feliz e realizada! Mesmo que de vez em quando seja tudo tão difícil...
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Sexta-feira, Setembro 10, 2010
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Ninguém disse que seria fácil...
Desde muito antes de engravidar, eu sabia que educar não era tarefa fácil. Logo que o Thierry começou a "manifestar vontades" eu também descobri que não poderia ser só na aparência que ele seria (quase) igualzinho a mim – e aí entra a D. Gláucia dizendo que me avisou... O problema é que as coisas estão se tornando mais difíceis do que eu imaginei pra essa idade. Coisas que colocar pra pensar ou proibir de levar a bola pra escola não estão mais resolvendo. Até resolvem na hora, mas não parecem ter efeito a longo prazo – e olha que o "longo", no caso, é coisa de uma semana. Não apelo mais para o chinelo, mas isso estou ensaiando pra escrever outro dia e também não seria a solução. E certeza que não é falta de limites. Se tem uma coisa que eu abomino, é criança sem limites e sem educação. Aquela que tudo o que faz ou é engraçadinho ou rende só um suspirinho da mãe que, de longe, resmunga: "Fulano, não faz isso..." Pelo contrário, às vezes acho que fui dura demais com eles e poderia ter pego mais leve, mas eu prefiro assim. Meus filhos não são mal-educados. Não pensam que podem fazer o que quiserem e não terão castigo. Eu também não digo algumas frases que detesto, que já ouvi muito e que conheço gente que usa: "meu filho não mente!", ou "a culpa não é do meu filho!", ou ainda "meu filho não faria isso!". Sinto tristeza e pena quando vejo esse tipo de situação. Da criança, dos pais e de quem estiver próximo a ela no futuro. Obviamente procuro ouvir meus filhos, saber o que está acontecendo, se sentem algum desconforto, incômodo, dor ou outro sentimento do gênero em determinadas situações. E SEMPRE tento ver o outro lado da história antes de ponderar. Enfim, o post não é sobre isso, mas sobre o desespero que me dá quando vejo que alguma coisa na educação e na formação da personalidade deles está fugindo ao meu controle. Por enquanto, e espero que seja assim, só um deles está agindo de maneiras que me apavoram. Não, ele não "poderia estar roubando, ou poderia estar matando", só está tendo atitudes difíceis de se lidar, até mesmo de se conviver. Coisas da própria personalidade dele que, se não forem arrumadas agora, terão sérias consequências pra ele mesmo no futuro. Confesso, estou me sentindo perdida e de mãos atadas. Neste momento, o castigo está sendo um "tratamento de choque" onde ele recebe na mesma moeda as coisas que fala e faz. Não sei se é o melhor, mas espero que funcione. Depois chegará a vez da ajuda profissional (mais conhecido como psicólogo). Se nada funcionar, só resta fazer como diz minha vó: entregar nas mãos de Deus – e isso eu já tenho feito. Mas, né? Ninguém disse que seria fácil...
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Quarta-feira, Setembro 08, 2010
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Feriado de ócio (criativo)
Raramente a gente passa feriados prolongados em casa. Esse ano, por conta do casamento da minha melhor amiga da época da faculdade, que foi na segunda-feira, não fomos viajar. Como na semana passada fez muito calor, eu estava toda feliz que iria ao casamento de vestido, o único que tenho, que é curto e pelado. Resultado: no domingo esfriou, na segunda piorou e eu não tinha roupa. Minhas duas calças sociais não serviram. Minhas blusas "de festa" estavam apertadas, curtas e amareladas. Meu único sapato de salto e bico fino estava guardado na caixa desde minha entrevista pro mestrado, quase um ano antes de engravidar do Fabrício, embolorado e fedido. Não dava tempo de comprar outra roupa e eu acabei não indo ao casamento. Fiquei triste, chateada e com raiva...
Apesar disso, o feriado foi ótimo! Nós conseguimos nos dedicar aos meninos nos 3 dias que eles ficaram em casa (sábado à noite foram a um aniversário com a avó, dormiram lá e nós aproveitamos pra fazer a faxina no domingo). Foi muito gostoso! Até de soldadinho na trincheira eu brinquei. Os meninos se esbaldaram no computador: Thierry jogando com o CD que comprou em um, Fabrício colorindo e aprendendo a usar o mouse em outro. Nem quiseram saber muito de TV. Também descansei, assisti aos meus programas-preferidos-que-passam-quando-estou-no-trabalho, dormi até tarde (9h!!!) e caprichei no almoço, coisa que tava difícil - por causa da festa e porque o vale-alimentação sempre acaba antes do mês...
De quebra, terminei a latinha e adiantei o piruliteiro que prometi pra festa da minha sobrinha. Graças à minha irmã, vou demorar um pouco mais pra entrar em crise de abstinência festeira... Queria até inventar mais coisa, mas (de vez em quando) lembro que a festa não é minha. Amo muito tudo isso! Ao contrário da Keylla, continuo esperando minha fada-madrinha. Quando ela aparecer com meus milhões da loteria, já sei qual negócio abrir! :D
Mas enquanto eles não vêm, eu espero o próximo feriadão pra poder repetir a dose...
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Sexta-feira, Setembro 03, 2010
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Ostrinhas
# Ontem, ao chegar em casa:
Thierry – Mãe, posso usar seu computador?
Eu – Pra que?
Ele – Preciso fazer uma pesquisa pra escola.
Eu – E onde você vai pesquisar?
Ele – No Google, ué!?
o.O
# Na terça:
Fabrício - Mãe, eu posso ir na vó? Depois cê me leva na vó?
Eu – Não, filho, só no final de semana.
Ele – Mas, mãe... eu preciso ir na vó... a vó gosta muito de mim!!!
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Terça-feira, Agosto 31, 2010
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A prova de que realmente a criança gostou da festa que teve: hoje pela manhã, quando eu ainda nem estava recuperada da última, ele me perguntou qual será o tema da próxima. Eu disse que a gente ainda vai pensar, pois ele certamente mudará de ideia, mas mais tarde me peguei pensando em algumas opções, hahaha. Pensei em festa à fantasia, festa do pijama e nos temas "espaço" e "matemática". Pensei nisso rapidamente, existem muitas opções, só não quero de personagens, quero coisas diferentes que eu possa deixar minha imaginação rolar. Antes que minha crise de abstinência comece, vou pensar em mais opções. Ainda bem que minha irmã quer ajuda pra festa da Manu!!! :D
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Segunda-feira, Agosto 30, 2010
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28 de agosto, o dia mais lindo e importante do ano...
Parte 1 – O começo
Me dei conta que já tinha “oficialmente” um filho de 7 anos ao deitar na cama pra descansar um pouco e abrir o orkut. Ele estava me “avisando” que era aniversário do meu bebezão. Como todos os anos meu coração bateu mais forte, mas dessa vez não contive as lágrimas. Inevitável não pensar no que eu estava fazendo a tal hora sete anos atrás. No aniversário do Thi não dá muito certo, já que por meia hora ele não nasceu no dia 29. Sei lá porque fico tão bobona nos aniversários deles...
O dia começou com muita alegria. O Thi ganhou de nós uma cesta de café da manhã como estava querendo há muito tempo. Era simples, mas cheia de coisas que ele adora e, principalmente, feita com muito carinho. Embora ele nem sonhasse, veio com o clássico “eu já sabia!”, mas com uma empolgação bem diferente daquela a que estamos acostumados (ele não é de fazer muita festa, por mais que goste do que está acontecendo ou ganhando). Fabrício entrou na festa junto. Tinha tudo “duplicado” na cesta e ele ficou feliz como o irmão. E a todo momento eu olhava pra ele quase não acreditando que já tenho um filho de SETE anos. Logo em seguida eles foram pra vó e começou a minha correria.
Parte 2 - O fim
Depois de mais de 2 meses fazendo camisetinhas, bandeirinhas e jogadores com uniforme de cola colorida, tô quebrada, mas realizada com cada comentário sincero que recebi elogiando meu trabalho e “dedicação”. A festa foi um sucesso, veio bastante gente, mais da metade dos amigos que ele chamou e alguns convidados nossos muito especiais. Muita gente já sabíamos que não poderia vir, mas no total foram, pelas minhas contas, 57 convidados presentes. Minha maior festa! Fiquei muito lisonjeada com tantos comentários que eu sinceramente não esperava sobre a decoração e os detalhes. Eu, sem falsa modéstia, realmente gostei muito do resultado, acho que pela primeira vez saiu praticamente tudo como planejado.
Já em casa, marido veio me contar que, lá pelas 18:10h, o Thi estava sentado num banco, olhando pra quadra vazia, desolado, e disse pro pai: “Acho que nenhum dos meus amigos vem…”. Marido ficou de coração partido e eu também, mas na verdade era a mesma sensação que eu tinha... Por sorte, os convidados só estavam atrasados (o que foi ótimo, porque claro que eu não consegui estar com tudo pronto às 18h! Nem às 19h. Nem às 20h.). Mas aí começou a chegar um atrás do outro e deu tudo certo! Embora o condomínio seja meio “pobre” de opções de lazer (só tem quadra e um play pequeno), as crianças deram seu jeitinho e em nenhum momento vimos algum deles sentado. Nem a Manoella, do alto de seus 10 meses e 22 dias, quis parar. Eles não pararam pra comer: comeram correndo mesmo. A toda hora vinham até a mesa de "petiscos" (tinha uma mesa com o que eu chamo de "comidas de estádio", já que o tema era futebol) encher os copinhos de amendoim, torcida, pipoca, etc. A alegria que meu filho estava não tem preço.
Agora, pra completar esse post aqui da Keylla, vou fazer minha lista de o que fazer de novo, o que não fazer mais e o que deveria ter feito e não fiz. Espero que me sirva pros próximos anos...
O QUE FAZER DE NOVO:
Elaborar um roteiro - Foi ótimo, não me perdi, não deixei nada pra trás. Só demorei mais do que esperava arrumando o salão, porque só tivemos ajuda de uma sobrinha pra encher 10 balões. Uma amiga convidada e o noivo que colocaram as camisetas na parede.
Passar dupla-face em tudo no dia anterior - Eu não podia ter tido ideia melhor. Na sexta quis descansar um pouco e sentei na cama pra fazer isso. Adiantei MUITO a decoração do sábado, nunca tinha percebido como esse detalhe "gasta" tempo!
Terminar de arrumar o salão só depois de estar vestida, cheirosa e maquiada - Sem comentários. Amigos ajudaram a decorar durante a festa, mas não precisei deixá-los sozinhos enquanto eu me arrumava, como nos anos anteriores. Também não me viram fantasiada de Dona Florinda. E eu, finalmente, pude ir pra festa maquiada!
Convidar amigos - Thierry estava tão feliz com a presença dos amigos que não dá pra descrever. Já em casa, pediu um prato de salgadinho pra matar a fome, porque "dar atenção pra todo mundo é muito difícil" e ele nem conseguiu comer... rsss. O mesmo vale para os NOSSOS amigos.
Mesa de doces/mesa de petiscos ou salgados - Deixei a criançada à vontade nas duas. Eles mesmos se serviam e voltavam a brincar. Não tinha nada caro, só coisas simples que fazem sucesso entre eles. Destaque para gelatina e brigadeiro de colher. Para os adultos, amendoim doce e salgado.
O QUE NÃO FAZER MAIS:
Comprar muita comida - Meu cálculo é sempre exagerado. Penso numa quantia x por convidado, mas ninguém come tudo aquilo ao mesmo tempo. Faltou bastante gente, mas teria sobrado muito mesmo que viesse todo mundo. No fim, tive que doar comida pros pobres (mãe, irmã, sogra, cunhados). E vamos comer salsicha até "fazer bico". E nem todo mundo come ou leva o cupcake. A conta de 1 por pessoa dá e sobra!
Deixar o brigadeiro passar do ponto - Como quase perdi 4 latas achando que o brigadeiro estava mole demais ("quase" porque usei no bolo e fiz de colher; "achando" porque tive que amolecer de volta pra fazer essas duas coisas), fiz mais 3 latas e deixei cozinhar "bem". Não comi na festa, mas no dia seguinte estava horrível, duro e ressecado...
Não convidar pessoas que nunca vêm - Eu sempre convido achando que dessa vez a pessoa vai. Aí o cálculo fica enorme e a pessoa nunca aparece. Agora só chamo quem eu sei que realmente faz questão de prestigiar e dividir essa alegria conosco.
Guardar as lembrancinhas embaixo da mesa - Essa foi a pior, e por pouco não foi um desastre! Eu quis colocar na mesa de doces, mas marido achou melhor deixar guardado. 3 crianças foram embora mais cedo sem a sacolinha, e mais tarde lá vou eu pra porta da escola pra entregar... O mesmo serve para os óculos e spray de cabelo que fui até a 25 de março comprar e só vi na hora de arrumar... ¬¬
O QUE DEVIA TER FEITO E NÃO FIZ:
Caixa de presentes - Pensei em fazer, mas entrou na categoria "se der, eu faço". Os presentes foram chegando e fui colocando embaixo de uma mesa, sem deixar que ele abrisse, pois as últimas experiências não foram muito boas. Depois da festa, eles ficaram no apartamento com minha irmã enquanto a gente arrumava as coisas pra subir. Quando cheguei, ele já tinha aberto tudo e não sabia quem tinha dado o que. Melhor mesmo vai ser abrir o pacote na hora, agradecer e deixar na caixa. Até posso não deixar abrir antes que eu saiba quem deu o que, mas achei meio feio os presentes sendo colocados embaixo da mesa de petisco...
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Quinta-feira, Agosto 26, 2010
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Contagem regressiva e muito trabalho
Faltando apenas 2 dias para a festinha do Thierry (que esse ano será exatamente no dia do aniversário dele única e exlusivamente porque no final de semana seguinte, o do feriado, será o casamento de uma das melhores amigas que tive na vida), eu achei que estaria numa correria muito maior do que estou. Fato é que eu adiantei MUITO as coisas, venho planejando e fazendo os enfeites de parede desde logo depois da festa do Fabrício, em junho. Deixei pra ir à 25 de março quase em cima da hora, 15 dias antes, o que foi ótimo, pois já sabia "quase exatamente" o que comprar - mesmo assim gastei muito mais que o esperado. Além disso, segui uma dica que a Keylla usou na festa das meninas e foi perfeito: fiz um roteiro com tudo que eu deveria fazer na última semana, a cada dia. Também devo dizer que tive a preciosa ajuda do marido, que fez a faxina sozinho no fds enquanto eu fazia docinhos e enfeites de mesa e parede. Então, fora as comidas, que farei amanhã quando cabular o trabalho, hoje à noite só tenho que terminar as sacolinhas (fizemos 24 de 30) e fazer a saia da mesa (que reaproveitarei da festa do Fá), coisa que é mais fácil sem meu pequeno por perto, já que ele adora "ajudar" e ficar transitando pela casa, e como o apartamento é "enooooorme", eu uso todo o chão do corredor e sala de jantar. Hoje eles vão dormir na vó por conta da correria de amanhã, então deixei pra hoje de propósito e aproveitei ontem pra fazer as unhas (que até amanhã já estarão sem esmalte) e "descansar" (que não consegui porque fiquei vendo a "vergonhosa" TERCEIRA derrota do meu time em 16 jogos, hehehe - linda campanha de vice-líder, mas agora 5 longos pontos atrás do quase imbatível Flu, hunf!). Amanhã será puxado, mas espero dar conta de fazer quase tudo para, no sábado, poder arrumar o salão como eu quero e ainda conseguir pintar as unhas, tomar banho e me maquiar antes que os convidados (esse ano são muitos, pois o aniversariante resolveu convidar "apenas" 19 amigos, fora os meus convidados e do pai) cheguem e encontrem a "Dona Florinda", como diz a Keylla...
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